Para ser DJ não basta só tocar bem, as vezes é preciso saber dar o recado. Mais uma vez esse ano, uma DJ chama atenção, desta vez o recado foi dado pela Aninha.
Apesar de que nos clubs abrem aos montes e outros já consagrados como o D-Edge ganham reformas de ampliação, viver apenas da música eletrônica as vezes se torna um grande desafio.
Estilos como o axé e samba, que são as paixões nacionais sempre, e até mesmo a Dance Music Pop das rádios, acabam “atrapalhando” um pouco e talvez uma saída seja o que a Aninha propôs, uma democratização (o que não é novidade).
Há outra pergunta, principalmente longe dos grandes centros, há como fugir da “ditadura” da necessidade do lucro?
E como publico, há como fazer valer essa democracia?




