Modernidade é o transitório, o efêmero, o contingente; é uma metade da arte, sendo a outra o eterno e o imutável. Baudelaire.
Não por acaso, o Art Boxes chama o Bloody Beetroots de Electro Baudelariano.
PS: Ruina do Electro?! Entenda aqui o porquê da expressão.




