Factóide!

Uma pergunta para Tomás!

Abril 30, 2009 · 3 Comentários

O autor do livro Festa Infinita faz uma pergunta.

Tomás pergunta: O que o livro “Festa Infinita” não é?

azull01baixaTomás responde: “Festa Infninta” não é um livro moralista, não é um livro de denúncia, não se enquadra no jornalismo policial, não é sensacionalista, apesar de ser um tanto sensorial. Não é jornalismo marrom, e sim multicolorido. Não é antiético, apesar de olhar pelas fechaduras alheias. Não é uma obra que faça juízos de valor, que espalhe preconceitos ou que exponha personalidades ao ridículo. Não é um livro sobre drogas, apesar de se aprofundar no assunto. Apesar de se aprofundar até um pouco demais, na opinião de alguns.


Não é um relato apaixonado, apesar de ter um bocado de paixão na escrita. Não é parcial, apesar de não se apegar à imparcialidade. Não é a bíblia do mundo trace. Não é o livro de cabeceira dos ravers. Não é um manual para ravers iniciantes, nem um alerta a pais preocupados. Não é apologético nem reacionário. Não é careta. Não é simples nem simplista. Não é voltado para um público alvo específico.
Não é quadrado, nem retangular, nem plano, elíptico talvez. Não é uma tentativa de ganhar dinheiro a qualquer custo. Não é uma jogada de marketing. Não é chato. Não é mal escrito. Não elabora teorias e cita pouquíssimas delas. Não é tacanho, obtuso, estreito ou careta. Não é o prefácio. Não é a orelha ou a quarta capa. Não é uma campanha publicitária, nem uma resenha de livraria. Não é ficção, apesar de ser literatura. Não é o que quem não leu anda falando.

Tomás Chiaverini é jornalista, escreveu o livro Festa Infinita (que nós lemos) e conta a saga do livro no blog Antes da Estante.

P.S.:

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